O parkinsonismo engloba um conjunto de síndromes neurológicas caracterizadas por bradicinesia, rigidez, tremor de repouso e instabilidade postural, incluindo a Doença de Parkinson (DP) e outras formas atípicas. Esses quadros comprometem progressivamente a funcionalidade e a qualidade de vida, demandando intervenções reabilitadoras que complementem o tratamento medicamentoso. Entre as abordagens não farmacológicas, a fisioterapia desempenha papel fundamental na melhora da marcha, equilíbrio, autonomia e participação social. A fisioterapia em grupo, em especial, tem se destacado por combinar benefícios motores e psicossociais, favorecendo a motivação, a adesão e o apoio aos pacientes. O objetivo deste trabalho é avaliar criticamente os efeitos da fisioterapia em grupo sobre a funcionalidade e a qualidade de vida de pessoas com parkinsonismo, por meio de uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados. A hipótese central é que a fisioterapia em grupo promove melhora funcional significativa, com impacto clínico igual ou superior às intervenções individuais ou usuais. A metodologia do estudo seguirá as diretrizes PRISMA 2020, realizando buscas nas bases PubMed, EMBASE, Cochrane Library, PEDro e BVS. Serão incluídos ensaios clínicos randomizados que investiguem fisioterapia em grupo comparada a tratamento individual, usual ou ausência de intervenção, avaliando desfechos funcionais e de qualidade de vida. A seleção, extração e avaliação metodológica serão feitas por revisores independentes, utilizando o RoB 2.0. Este estudo se justifica pela crescente prevalência do parkinsonismo e pela necessidade de consolidar evidências que contribuam para o desenvolvimento de protocolos clínicos e políticas de reabilitação mais eficazes.
Palavras-chave: Parkinsonismo. Fisioterapia em grupo. Funcionalidade. Qualidade de vida. Reabilitação.
Key-words: Parkinsonism. Group physiotherapy. Functionality. Quality of life. Rehabilitation.
1. INTRODUÇÃO
O parkinsonismo é um termo clínico que designa um conjunto de síndromes neurológicas que compartilham manifestações motoras como bradicinesia, rigidez muscular, tremor de repouso e instabilidade postural, embora apresentem fisiopatologias distintas (Hayes, 2019). Dentro desse grupo, a Doença de Parkinson (DP) é a forma mais comum, representando cerca de 80% dos casos, enquanto os parkinsonismos secundários e os parkinsonismos atípicos (ou Parkinson-plus) englobam doenças neurodegenerativas com características semelhantes, porém com evolução clínica e resposta terapêutica diferentes. Isso porque, somam-se outras manifestações neurológicas, e o termo é uma oposição ao chamado parkinsonismo típico (que é de fato a DP), pois os diagnósticos são frequentemente confundidos entre si (Keener; Bordelon, 2016; Mata, 2017; Pedroso; Ferraz, 2021).
O diagnóstico diferencial entre a DP e outros tipos de parkinsonismo baseia-se na forma de instalação dos sintomas, no padrão de comprometimento corporal e na presença de sinais clínicos específicos. Nos casos de parkinsonismo secundário ou atípico (parkinsonismo-plus), observa-se, geralmente, uma progressão mais rápida, sintomas simétricos e manifestações adicionais, como alterações da motricidade ocular, disautonomia, alucinações e sinais piramidais. Além disso, a resposta à levodopa é um critério importante, visto que pacientes com DP típica tendem a apresentar melhora significativa com o uso dessa medicação (Pedroso; Ferraz, 2021).
Descrita inicialmente em 1817 por James Parkinson em seu livro “Um Ensaio sobre a Paralisia Tremulante”, a DP é categorizada como uma doença neurológica, crônica e progressiva que compromete os neurônios dopaminérgicos da substância negra, resultando em diminuição da dopamina e no acúmulo de corpúsculos de Lewy, o que acarreta déficits motores e não motores importantes (Gomes et al., 2021; Silva; Carvalho, 2019). Entre os sintomas não motores estão depressão, alterações cognitivas, perda do olfato e distúrbios do sono, que contribuem para a redução da autonomia e da qualidade de vida.
A doença possui etiologia desconhecida, entretanto, estudos sugerem que a possível causa da DP envolve fatores genéticos e ambientais, como a exposição prolongada a produtos químicos e metais pesados, especialmente em regiões rurais, o que pode favorecer o surgimento da doença em indivíduos geneticamente predispostos (Zavariz; Limeira, 2012). De acordo com
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a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que aproximadamente 10 milhões de pessoas em todo o mundo convivam com a doença, com incidência de 100 a 200 casos por 100 mil habitantes. A prevalência aumenta com a idade, acometendo principalmente homens acima dos 65 anos (Freire; Cardoso, 2014).
Clinicamente, a DP se manifesta com lentidão de movimentos, rigidez, tremores em repouso e alterações posturais, o que leva ao comprometimento da marcha e da independência funcional (Ferreira, 2015; Zucco, 2009). A evolução da doença é gradativa, tornando o indivíduo cada vez mais dependente para as atividades de vida diária, o que também impacta seu estado emocional e social (Monteiro et al., 2014).
Embora não exista cura, os tratamentos farmacológicos e não farmacológicos têm como objetivo principal controlar os sintomas e retardar a progressão da doença (Balsanelli; Arroyo, 2015). O tratamento medicamentoso busca restabelecer os níveis de dopamina cerebral, mas, com o tempo, tende a perder eficácia e a cirurgia não é indicada para todos os pacientes. Antes do candidato ser submetido, ele deve atender a um protocolo para saber se é viável submeter
se à cirurgia de estimulação cerebral profunda (DBS), com isso, a terapia de reabilitação é incluída aos protocolos de tratamento (Peasson; Silva; Piovan, 2025). Por esse motivo, o manejo ideal da DP deve envolver uma abordagem multidisciplinar, integrando áreas como Fisioterapia, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional, Psicologia, Musicoterapia, Arteterapia e Nutrição, que atuam de forma conjunta na reabilitação física e funcional do paciente (Pedroso; Ferraz, 2021; Teixeira; Alouche, 2007).
A reabilitação física tem como meta promover a autonomia, funcionalidade e qualidade de vida, reduzindo limitações impostas pela doença. Dentro dessa abordagem, a fisioterapia destaca-se por atuar diretamente nos déficits motores, buscando melhorar o equilíbrio, a marcha, a postura, a coordenação e a força muscular, além de prevenir quedas e deformidades posturais (Gaspar et al., 2017; Haase; Machado; Oliveira, 2008).
A atuação fisioterapêutica pode ser desenvolvida de forma individual ou em grupo, conforme as necessidades e objetivos terapêuticos de cada paciente. A fisioterapia individual permite a personalização do tratamento e o acompanhamento próximo da evolução clínica, com foco em metas específicas. Por sua vez, a fisioterapia em grupo tem se mostrado uma estratégia eficaz de neurorreabilitação, ao combinar benefícios motores com o estímulo à motivação, à socialização e ao suporte emocional, favorecendo não apenas a interação entre terapeuta e
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paciente, mas também entre os próprios pacientes. Essa modalidade contribui significativamente para a melhora da marcha, do equilíbrio e do desempenho nas atividades cotidianas, além de estimular a adesão ao tratamento e o bem-estar psicossocial (Barbosa et al., 2022).
Evidências recentes provenientes de ensaios clínicos randomizados indicam que o exercício físico regular exerce impacto positivo significativo sobre a qualidade de vida de pessoas com DP. Esse efeito foi comprovado por meio da melhora nas pontuações da Escala Unificada de Avaliação da Doença de Parkinson – Parte III, demonstrando avanços nos aspectos motores e funcionais após a intervenção fisioterapêutica (Schenkman et al., 2018). Uma estratégia eficaz para inserir o exercício físico na rotina desses indivíduos é a participação em grupos terapêuticos voltados à reabilitação de pacientes com DP, os quais, além de promoverem maior engajamento na prática de atividades físicas, oferecem apoio social, emocional e educacional. Essa abordagem reforça a importância de estruturar programas de fisioterapia em grupo integrados a uma atenção multidisciplinar, com o objetivo de otimizar a funcionalidade e aprimorar a qualidade de vida desses pacientes.
2. PROBLEMA
Quais são os efeitos da fisioterapia em grupo sobre desfechos funcionais e de qualidade de vida em pessoas com parkinsonismo, segundo evidências de ensaios clínicos randomizados?
3. HIPÓTESE
A fisioterapia em grupo é eficaz no tratamento de pessoas com parkinsonismo, promovendo melhora funcional e da qualidade de vida. Espera-se que apresente adesão satisfatória e impacto clínico equivalente ou superior às intervenções individuais ou usuais.
4. OBJETIVOS
4.1 Objetivo geral:
Avaliar criticamente os efeitos da fisioterapia em grupo no tratamento de pessoas com parkinsonismo, por meio de uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados.
4.2 Objetivos específicos:
● Identificar os desfechos funcionais mais comuns avaliados em estudos sobre fisioterapia em grupo;
● Comparar os efeitos da fisioterapia em grupo com os de intervenções individuais ou usuais para cada desfecho funcional;
● Avaliar os níveis de adesão dos participantes às intervenções fisioterapêuticas em grupo;
● Verificar a incidência de eventos adversos nas intervenções em grupo; ● Identificar lacunas metodológicas nas publicações atuais sobre o tema.
5. JUSTIFICATIVA
O parkinsonismo, caracteriza-se por comprometimento progressivo da função motora e não motora, impactando diretamente a independência e a qualidade de vida das pessoas acometidas. Entre os sintomas mais prevalentes destacam-se a bradicinesia, a rigidez, o tremor, a instabilidade postural, bem como alterações de humor, fadiga e distúrbios do sono, que intensificam a limitação funcional e a sobrecarga do cuidado (Kalia; Lang, 2015).
Estima-se que a tendência de crescimento expressiva da DP nas próximas décadas, podendo ultrapassar 12 milhões de casos até 2040. Esse cenário evidencia o impacto crescente do parkinsonismo como problema de saúde pública global (Dorsey; Bloem, 2018; Ou et al., 2021).
Diante dessa situação, a busca por estratégias eficazes de reabilitação torna-se fundamental e embora a farmacoterapia seja indispensável para o controle sintomático, apresenta limitações frente à evolução inexorável da doença. Nesse contexto, tornam necessárias estratégias complementares não farmacológicas, ou seja, intervenções fisioterapêuticas, em especial o exercício físico, que têm demonstrado eficácia na melhora da mobilidade, do equilíbrio, da força muscular, da autonomia funcional e da qualidade de vida, além de reduzir o risco de quedas e a dependência progressiva de medicações (Okada et al., 2021).
A fisioterapia em grupo destaca-se entre as intervenções reabilitadoras por integrar ganhos motores a importantes efeitos psicossociais, como a diminuição do isolamento social, o aumento da motivação e a maior adesão ao tratamento. Além desses benefícios, essa modalidade torna-se uma alternativa economicamente viável, pois permite que um único profissional conduza simultaneamente vários pacientes, otimizando recursos humanos, reduzindo custos individuais por sessão e ampliando o acesso ao cuidado. Assim, configura-se como uma estratégia mais acessível para o manejo de pessoas com parkinsonismo (Cleary; Rossi; States, 2020; Combs et al., 2013; Domingos et al., 2022; Osborne et al., 2022). Realizada de forma coletiva e supervisionada, a fisioterapia em grupo é considerada uma importante estratégia de neurorreabilitação, favorecendo o equilíbrio, a marcha e o desempenho em atividades de vida diária (Clementino et al., 2022).
Apesar do crescente número de estudos, poucos sintetizam essas evidências de forma sistemática para embasar diretrizes clínicas no Brasil. Ainda há lacunas significativas quanto ao impacto específico da fisioterapia em grupo sobre a funcionalidade e a qualidade de vida, bem como em sua comparação com o exercício individual ou com os cuidados habituais. Nesse sentido, uma revisão sistemática mostra-se justificada pela necessidade de reunir, analisar criticamente e sintetizar as evidências disponíveis, de modo a fornecer subsídios científicos sólidos à prática clínica fisioterapêutica e orientar futuras intervenções e políticas públicas voltadas à reabilitação de pessoas com parkinsonismo.
6. METODOLOGIA
6.1 Delineamento do estudo
Este trabalho consiste em uma revisão sistemática da literatura, orientada pela declaração PRISMA 2020 (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta Analyses), que fornece diretrizes atualizadas para o relato transparente e reprodutível de revisões sistemáticas, incorporando avanços nos métodos de busca, seleção, avaliação e síntese de evidências (Page et al., 2021).
As revisões sistemáticas desempenham funções cruciais na produção científica, uma vez que permitem sintetizar o estado do conhecimento em determinada área, identificar prioridades de pesquisa, apontar lacunas e limitações nos estudos primários, além de avaliar e consolidar evidências que podem subsidiar a prática clínica (Page et al., 2021).
O protocolo da revisão será registrado no Open Science Framework (OSF) para garantir transparência metodológica, prevenir vieses e permitir a rastreabilidade de todas as etapas do processo de revisão. A realização de meta-análise será conduzida apenas se houver homogeneidade clínica e metodológica suficiente entre os estudos incluídos, de modo a permitir a combinação estatística dos resultados. Caso essa homogeneidade não seja alcançada, a síntese dos achados será apresentada de forma narrativa, conforme as recomendações das diretrizes PRISMA.
6.2 Critérios de elegibilidade
6.2.1 Questão clínica
Quais são os efeitos da fisioterapia em grupo sobre desfechos funcionais e de qualidade de vida em pessoas com parkinsonismo, segundo evidências de ensaios clínicos randomizados?
6.2.2 PICOS
A pesquisa será estruturada segundo o modelo PICOS (population, intervention, comparison, outcomes, study design) que ajuda a focar a pergunta de pesquisa, tornando-a mais clara e direcionada, o que facilita a busca por evidências e a avaliação de estudos relevantes (Richardson et al., 1995). Desse modo, definido da seguinte forma:
• P (População): pessoas com diagnóstico de parkinsonismo;
• I (Intervenção): fisioterapia em grupo;
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• C (Comparação): intervenção fisioterapêutica individual, usual ou ausência de tratamento;
• O (Outcomes/Desfechos): medidas de funcionalidade e qualidade de vida; • S (Tipo de estudos): ensaios clínicos randomizados (ECR).
6.2.3 Critérios de inclusão
Serão incluídos ensaios clínicos randomizados (ECR) que abordem pessoas com diagnóstico de parkinsonismo, analisem intervenções de fisioterapia em grupo, apresentem como comparadores intervenção fisioterapêutica individual, usual ou ausência de tratamento, avaliem como desfechos principais a funcionalidade e/ou a qualidade de vida.
6.2.4 Critérios de exclusão
Serão excluídos estudos que misturem pacientes, ou seja, que tenham pacientes de parkinsonismo e outros tipos de doenças neurológicas no estudo. Além da exclusão de resenhas, textos não científicos, artigos não disponíveis na íntegra, comentário, editoriais ou cartas e monografias.
6.3 Busca e seleção de estudos
Para esta etapa serão realizadas pesquisas indexadas no portal de dados Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), United States National Library of Medicine (PUBMED), EMBASE, Cochrane Library e PEDro. Serão feitas buscas adicionais nos metabuscadores científicos TripDatabase, Epistemonikos e Consensus. Ainda será pesquisada a literatura cinzenta brasileira, registros de ensaios clínicos, com busca por tese e dissertações no BDTD e Catálogo de Teses e Dissertações da CAPES.
Os descritores serão combinados nas bases de dados escolhidas. A estratégia de busca será elaborada com os elementos P, I e S da estratégia PICOS. Os termos de pesquisa abrangerão os descritores em saúde e seus sinônimos correspondentes, conectados por operadores booleanos. O operador OR será utilizado entre os descritores e seus sinônimos, enquanto o operador AND será empregado para interligar os elementos do PICOS. Além disso, foram realizadas buscas manuais nas listas de referências dos artigos selecionados para localizar estudos adicionais pertinentes.
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A seleção dos estudos será conduzida utilizando o aplicativo Rayyan 2.0 (Ouzzani et al., 2016). Todas as etapas de busca, triagem de estudo, extração dos dados e avaliação da qualidade metodológica serão realizadas de forma independente por dois revisores. Em casos de conflito ou discordância em quaisquer das fases, os revisores discutirão até alcançar consenso.
6.4 Avaliação da qualidade da evidência
A qualidade metodológica dos ensaios clínicos randomizados incluídos será avaliada com a ferramenta Cochrane Risk of Table (RoB 2.0).
6.5 Análise de dados
Inicialmente, o risco de viés dos estudos incluídos será avaliado com a utilização de ferramentas adequadas ao delineamento metodológico. Ensaios clínicos randomizados serão analisados por meio da ferramenta RoB 2 (Risk of Bias 2.0) ou pela escala PEDro.
Concluída essa avaliação, os revisores irão extrair, independentemente, as seguintes informações dos estudos escolhidos para compor a revisão sistemática: características do estudo (desenho, contexto, tempo de seguimento); participantes (número de participantes por grupo); intervenções (tipo exato de intervenção em grupo, duração, frequência, intensidade); resultados (medidas de resultado, momento dos resultados, eventos adversos, instrumentos e métodos utilizados para quantificação dos resultados); e critérios de risco de viés. Será utilizada uma planilha do Excel (Microsoft Corporation, 2024) para lançamento das informações extraídas.
Apresentaremos os principais resultados da revisão em tabelas de resumo de achados, que fornecem informações-chave sobre a qualidade da evidência, a magnitude do efeito das intervenções examinadas e o conjunto de dados disponíveis sobre os principais desfechos, conforme recomendado pela Colaboração Cochrane. Planejamos incluir os seguintes desfechos principais nas tabelas de resumo de achados: (a) funcionalidade motora; (b) qualidade de vida; (c) equilíbrio e risco de quedas; (d) desempenho da marcha e capacidade funcional; (e) adesão e aceitabilidade da intervenção em grupo.
Para variáveis dicotômicas, calcularemos a razão de risco (RR) e intervalos de confiança (IC) de 95%. Para resultados contínuos, calcularemos a diferença média (MD) e ICs de 95% se os resultados forem medidos da mesma forma entre os ensaios. Usaremos a diferença média padronizada (SMD) conforme a padronização das medidas entre os estudos. As análises serão
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realizadas utilizando o software MetaXL, que permite a execução de meta-análises e procedimentos estatísticos conforme as recomendações metodológicas para revisões sistemáticas. Usaremos o método analítico apropriado de acordo com o Cochrane Handbook for Systematic Reviews of Interventions (EpiGear International Pty Ltd., 2016).
7. CRONOGRAMA
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8. ORÇAMENTO
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